quinta, 23 de fevereiro de 2012

NEWSLETTER N° 20/11 – DENTES SENSIVEIS REQUEREM CUIDADOS ADICIONAIS

Publicado por Darcy Em 19 - maio - 2011 Comentários desativados

Dentes sensíveis requerem cuidados adicionais

 

Você sente uma pontada nos dentes quando come alimentos gelados como sorvete ou tenta apreciar uma xícara de café ou chá quente?

Se a resposta for afirmativa, está na hora de agendar uma consulta com o dentista para descartar causas como uma cárie ou um dente fraturado. Para muitos, o problema pode ser sensibilidade dental – uma condição muito comum que pode ser causada por uma variedade de fatores. A sensibilidade pode variar de uma pontada ocasional à dor frequente.

Conforme envelhecemos, a gengiva que se afastou dos dentes (recessão gengival) ou o esmalte dental que se tornou muito fino pelo desgaste expõe a superfície da raiz dos dentes, podendo causar sensibilidade dental.

Outras possíveis causas incluem a escovação com força demasiada e consequente desgaste do esmalte; o desenvolvimento de doença gengival (gengivite); a irritação temporária causada por produtos de clareamento dental; o apertamento ou o ranger dos dentes; a ingestão de alimentos ácidos ou o uso de enxaguatórios bucais ácidos; ou a ocorrência de sensibilidade temporária após procedimentos odontológicos de rotina.

Consulte seu dentista para saber a melhor forma de tratar seus dentes sensíveis. Ele começará excluindo ou tratando problemas dentais sérios. Ele irá também determinar se você necessita de uma aplicação profissional de flúor, pasta dessensibilizante ou um selante dental para fortalecer o esmalte e reduzir a sensibilidade, e pode, ainda, recomendar um creme dental dessensibilizante que ajude a bloquear a transmissão da sensação da superfície do dente para o nervo através do uso regular.

Se você tiver gengivite ou seu esmalte estiver desgastando por escovar os dentes com muita força, seu dentista também poderá revisar com você as técnicas apropriadas de higiene bucal para proteger seus dentes e reduzir a sensibilidade. Se você estiver apertando ou rangendo os dentes, seu dentista poderá recomendar que você use uma placa miorrelaxante (para evitar o ranger dos dentes) durante a noite e evite estresse. Ele também poderá indicar a redução da quantidade de alimentos ácidos na sua dieta

NEWSLETTER N° 19/11 – OSTEOPOROSE EM HOMENS

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

Osteoporose em homens

Osteoporose é um daqueles problemas médicos que o povo chama de coisa de mulher. Não é verdade, também incide no sexo masculino. Infelizmente, costuma ser subdiagnosticada, porque a maioria dos médicos não leva em conta a ocorrência dessa condição masculina. Sem diagnostico nem tratamento, muitos senhores de idade sofrem fraturas que poderiam ser evitadas. Nessa fase da vida, um terço das fraturas de colo de fêmur acontece em homens, Por diversas razões, 37% deles vão a óbito no período de um ano. Depois dos 70 anos a perda óssea se acentua. Embora depois dos 80 o risco seja maior, quase metade das fraturas do colo do fêmur acontece antes dessa idade. Cerca de 20% dos que quebraram o fêmur uma vez voltam a fraturá-lo. Fraturas de vértebras também são comuns no sexo masculino. Ao contrário das mulheres, no entanto, o risco diminui com a idade. A prevalência depois dos 65 anos cai para a metade daquela apresentada pelas mulheres. Em 70% a 80% dos casos, as fraturas vertebrais são indolores, mas provocam diminuição da altura, disfunções respiratórias, aumentam o risco de quebrar também o fêmur, comprometem a qualidade de vida e contribuem para o aumento da mortalidade. A osteoporose masculina freqüentemente tem causas secundárias. Uso de derivados da cortisona por mais de três meses, fumo, abuso de álcool e a redução dos níveis sanguíneos de testosterona (hipogonadismo), são os principais responsáveis. Aproximadamente 15% dos casos são atribuídos à falta de exposição ao sol que causa deficiência de vitamina D, à insuficiência hepática ou renal, à baixa ingestão de cálcio, à redução dos níveis de estrogênio (hormônio feminino importante para a manutenção da massa óssea, que os homens também sintetizam a partir do testosterona) e ao uso de inibidores de protease no tratamento da Aids. Constituem causas menos comuns: índice da massa corpórea abaixo de 20 (IMC= peso/altura x altura), falta ou excesso de exercício, diabetes, hipertireosdismo, doença do glúten, drogas contra a epilepsia ou imunossupressores usados em transplantes de órgão. Em até 40% dos casos as causas secundárias permanecem incertas.O diagnostico é feito por meio da densitometria óssea, exame de imagem que compara a densidade mineral dos ossos do paciente com aquela apresentada pelos jovens e pela maioria das pessoas da mesma faixa etária. Nos homens, a densitometria óssea é recomendada a partir dos 70 anos. Nos grupos que correm maior risco as avaliações devem começar antes. O tratamento envolve mudanças de estilo de vida e medicamentos. Andar e fazer exercícios com pesos reduz o risco de quedas e fraturas nas pessoas de idade. Suplementos de cálcio e vitamina D são recomendados para manter a massa óssea, especialmente naqueles cujas dietas são pobres em leite e laticínios, alimentos ricos em cálcio, e nos que não apanham sol. As doses são de 1.200 mg a 2.500 mg diárias de cálcio e de 800 a 2.000 unidades de vitamina D. Medicamentos para aumentar a massa óssea devem ser receitados quando o resultado da densitometria cai na faixa da osteoporose. Alguns especialistas, entretanto, preferem prescrevê-los quando existe osteopenia numa pessoa que já sofreu uma fratura causada por um trauma pequeno. A primeira opção medicamentosa são os bisfosfonatos, grupo que inclui diversas drogas, algumas de administração diária, outras de uso semanal, mensal ou semestral.  Administração subcutânea diária do hormônio das paratireóides está reservada para os casos de osteoporose mais grave, e para os intolerantes aos bisfosfonatos. Embora limitados, os estudos sobre reposição de testosterona em pacientes com hipogonadismo demonstram que o tratamento é capaz de aumentar a densidade mineral dos ossos, Os riscos da reposição envolvem aumento benigno da próstata, apneia do sono e, talvez, câncer de próstata.

NEWSLETTER 18/11A – MENSAGEM PARA AS MÃES

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

 

 

Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração

Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe

Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação

Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito

Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados

Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e mãe nossa.

 

Mãe, simplesmente mãe.

 
 

NEWSLETTER N° 18/11 – SOLIDÃO CRÔNICA 2/2

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

SOLIDÃO CRÔNICA    Parte 2/2

Nesse sentido, o sofrimento que a solidão traz é faca de dois gumes: de um lado, colabora para a adaptação ao meio, porque favorece o agrupamento; de outro, prejudica o organismo quando se torna crônico.

O grupo de Chicago investigou as repercussões imunológicas do isolamento prolongado. Nos solitários estão mais ativos os genes que promovem inflamação, enquanto aqueles envolvidos na resposta imune contra os vírus exibem atividade diminuída. Por essa razão, eles apresentam maior susceptibilidade às infecções virais (da gripe ao HIV) e à doença cardiovascular, enfermidade associada aos processos inflamatórios.

A solidão crônica interfere com a qualidade do sono, é causa de fadiga e reduz a sensação de prazer associada a atividades recreativas. Para agravar o isolamento, os já solitários tendem a reagir negativamente aos estímulos, e a desenvolver impressões depreciativas a respeito das pessoas com as quais interagem.

A avaliação das funções cerebrais por meio de ressonância magnética funcional mostra que a solidão crônica afeta o córtex pré-frontal, área localizada na parte da frente do cérebro, crucial para a tomada de decisões racionais, como os de planejar o melhor caminho para o trabalho ou hora de ir ao banco.

O comprometimento do córtex pré-frontal ajuda a entender por que as pessoas que se sentem isoladas correm mais risco de comer mal, fumar, abusar do álcool, ganhar peso e levar vida sedentária.

Estudos com irmãos gêmeos revelam que a solidão crônica não depende exclusivamente das características do meio, mas apresenta aspectos hereditários. É como se existisse um “termostato genético” para a capacidade de lidar com a solidão, ajustada em níveis diferentes em cada um de nós. Isso não quer dizer que nossos genes nos condenariam à vida solitária, mas que estão por trás da intensidade da dor sentida quando estamos sós.

Com o celular e a internet criamos possibilidades ilimitadas de interações sociais, num único dia, podemos entrar em contato com um número de pessoas que nossos antepassados levariam anos para conhecer. Contraditoriamente, o contingente dos que se queixam da falta de alguém com quem compartilhar sentimentos íntimos aumenta em todos os países.   

 

NEWSLETTER N° 17/11 – SOLIDÃO CRÔNICA 1/2

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

SOLIDÃO CRÔNICA    Parte 1/2

 O isolamento social aumenta o risco de morte tanto quanto o cigarro, e mais do que o sedentarismo ou a obesidade.

A relação entre vida solitária, doenças cardiovasculares, depressão e incidência de infecções foi demonstrada em mais de 100 estudos epidemiológicos publicados a partir dos anos 1980. Esses estudos, no entanto, não explicam os mecanismos através dos quais o isolamento aumenta a mortalidade.

Nos últimos 10 anos, os efeitos biológicos da solidão se tornaram mais conhecidos graças ao trabalho inovador de um grupo da Universidade de Chicago, dirigido por John Cacciopo. Por meio de questionários para avaliar o grau de isolamento social dos participantes, de testes psicológicos e de exames laboratoriais, o grupo de Chicago conclui que, embora episódios passageiros de solidão sejam inevitáveis e desprovidos de repercussões orgânicas relevantes, quando o isolamento persiste de forma crônica suas conseqüências se tornam especialmente nocivas.

Algumas pessoas que vivem isoladas não se sentem solitárias, enquanto outras têm a sensação de estar sozinhas apesar da vida social intensa. A percepção subjetiva da solidão é mais importante para o bem-estar individual do que qualquer medida objetiva do número de interações sociais.

Numa escala criada para avaliar o grau de isolamento pessoal, aqueles com escore mais alto apresentam alterações bioquímicas sugestivas de que seus dias são conturbados. Neles, por exemplo. Estão elevadas as concentrações urinárias de cortisol e epinefrina, moléculas associadas aos níveis de estresse.

Esse dado ajuda a explicar por que os solitários crônicos ficam estressados diante de situações que outros enfrentam com naturalidade, como falar em publico ou conversar com desconhecidos.

Na evolução de nossa espécie,a ansiedade provocada pela solidão funcionou como sinal de alerta para que o individuo procurasse a proteção do grupo. Num mundo povoado por predadores, que chance de sobrevivência  teria um animal fraco como nós perambulando sozinho?

NEWSLETTER N° 16 – A PÁSCOA, O CHOCOLATE E A SAÚDE

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

A páscoa, o chocolate e a saúde

A páscoa está chegando e a maioria das pessoas aumentam o consumo de chocolates nesta época. A maioria dos bons chocolates são ricos em gordura e açúcar, ou seja, engordam. Porém, pesquisadores do mundo inteiro vem há alguns anos pesquisando outras propriedades da iguaria, como sua capacidade de prevenir doenças cardiovasculares.

O chocolate preto, contém flavonóides que melhoram a função endotelial das células, das veias e artérias. No último estudo desenvolvido por pesquisadores do centro de prevenção da Universidade de Yale, nos EUA, 45 indivíduos com excesso peso (IMC entre 25 e 35 kg/m2) foram divididos em três grupos:

1)      Consumiram 226 gramas de cacau sem açúcar por 6 semanas;

2)      Consumiram 226 gramas de cacau com açúcar por 6 semanas;

3)      Consumo de um placebo por 6 semanas.

Através do exame de ultra-som, os pesquisadores mediram a capacidade das artérias de relaxarem e expandirem. No grupo 1, esta capacidade melhorou em 2,4%. No grupo 2 em 1,5% e no grupo 3 piorou em 0,8%.

O resultado não sugere que devemos aumentar o consumo de chocolate, porém sugere que o único que demonstra melhorias é naquele puro (sem leite e sem açúcar).

Como estes flavonóides também estão presentes em frutas, verduras e alguns tipos de chás sem o fornecimento do açúcar e da gordura saturada, estas continuam sendo a melhor opção.

Páscoa

Ressurreição do sorriso… Ressurreição da alegria de viver…

Ressurreição do amor… Ressurreição da amizade…

Ressurreição dos sonhos, das lembranças e de uma verdade que está acima dos ovos de chocolate e dos coelhinhos:

- Ressurreição da vontade de ser feliz.

Feliz Mudança! Feliz Páscoa!

É o que nós da Aliadoss desejamos a você e a todos os seus!

NEWSLETTER N° 15 – DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Transtornos pelo uso de substâncias psicoativas

Dependência química é um termo vulgarmente utilizado para referir-se aos transtornos mentais relacionados ao uso de substâncias psicoativas, que por sua vez abrangem um amplo espectro de alterações de comportamento e sintomas psiquiátricos. Os exemplos mais comuns de substâncias psicoativas utilizadas de forma abusiva em nosso meio são o tabaco, o álcool, os canabinóides (principalmente a maconha e o haxixe), a cocaína e seus derivados (por exemplo o crack) e os solventes voláteis (lança perfume, thinner, etc.), mas também estão incluídas nesta categoria drogas de uso médico, como os benzodiazepínicos (popularmente chamados de “calmantes”) e os opiáceos (como a morfina, a codeína, entre outros), assim como substâncias alucinógenas sintéticas (por exemplo o ácido lisérgico ou LSD) ou alcalóides naturais (como as substâncias encontradas em certos cogumelos, flores e trepadeiras) e as drogas estimulantes, dentre as quais está incluída a cafeína.

Características

A dependência em si, pode ser definida como um padrão de uso de substância psicoativa no qual o individuo busca ativamente perpetuar o uso da droga em questão, a despeito dos prejuízos acarretados por este comportamento, sendo que ele necessita de quantidades cada vez maiores da droga de escolha para obter o efeito desejado (um fenômeno conhecido com “tolerância”). Quando por algum motivo não é capaz de consumi-la, ele apresenta um quadro chamado de síndrome de abstinência, caracterizado por sintomas variados que vão desde a letargia até a agitação extrema, incluindo diversas formas de mal-estar, tremores, sudorese, alucinações, irritabilidade, insônia, inapetência, etc., e que remitem após o consumo da droga em questão. Além disso, o portador de dependência de substâncias apresenta um grave prejuízo de seu funcionamento social, seu circulo de amizade diminui, seu rendimento no trabalho cai, o relacionamento familiar se deteriora, por vezes passa a envolver-se em atividades ilícitas a fim de financiar a continuidade do vicio, tudo em virtude da importância cada vez maio que este indivíduo atribui ao uso de substância aditiva.

Mas conforme mencionado acima, a dependência química não é a única forma de prejuízo que o uso de substâncias psicoativas pode trazer ao individuo.

Em alguns casos, é possível que o uso destas drogas não chegue a configurar o padrão de dependência descrito, mas causar um grave impacto na saúde e no funcionamento geral do usuário. Um exemplo desse padrão de uso, chamado de uso nocivo de substâncias psicoativas, é o paciente que não consome álcool diariamente, mas quando o faz, utiliza-o em demasia, e em vigência de intoxicação assume comportamento de risco e de exposição, os quais podem levar a conseqüências severas.

Outros quadros desencadeados por substâncias psicoativas incluem estados confusionais, sintomas psicóticos como delírios e alucinações, síndromes amnésticas e até mesmo demência, um quadro irreversível e progressivo, caracterizado por grave comprometimento das funções intelectuais. Além disso, praticamente todas as substâncias de abuso estão relacionadas a patologias clinicas graves, como por exemplo a cirrose hepática no caso do álcool e o infarto no caso da cocaína.

Tratamento

O uso e a dependência de substâncias psicoativas constituem um grave problema da saúde pública, com profundas repercussões sociais. O individuo portador de dependência na raro deixa de ser uma pessoa produtiva, e muitas vezes passa a acarretar prejuízos financeiros, sociais e emocionais às pessoas em seu entorno.

Atualmente, o tratamento preconizado para a dependência química é eminentemente  ambulatorial, devendo ser conduzido por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e outros profissionais da saúde. Esta forma de tratamento está disponível nos chamados Centros de Atenção Psicossocial voltados ao tratamento de álcool e drogas, ou CAPS-AD.

Nestas unidades o paciente é avaliado e u plano terapêutico é traçado de acordo com as necessidades individuais do mesmo, podendo variar em intensidade e modalidades terapêuticas utilizadas. O tratamento hospitalar para estes casos é atualmente considerado como um regime de exceção, voltado apenas à abordagem de situações agudas, como agitação psicomotora, síndrome de abstinência ou sintomas psicóticos secundários ao uso de substâncias, sendo que uma vez remitido o quadro inicial, o paciente deve ser reencaminhado à rede ambulatorial

 
 

NEWSLETTER N° 14/11 – DICAS NATURAIS PARA ALIVIAR OS SINTOMAS DO BRUXIMO

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

Dicas naturais para aliviar os sintomas do Bruxismo

O bruxismo, hábito de apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas.

Esses pacientes podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e o fechamento inadequado da boca.

Em 100% dos casos o bruxismo é associado ao estresse. A doença pode atingir qualquer pessoa, e é mais freqüente entre os 15 e 35 anos, e também mais freqüentes nas mulheres do que nos homens.

É possível colocar o organismo em equilíbrio pressionando os canais de energia do corpo, os chamados meridianos, usando as técnicas de massagem do Shiatsu. Pressiona-se, por 15 segundos, de maneira continua e profunda, os meridianos do estomago, baço, pâncreas e intestino delgado. Em seguida faça o mesmo com a região atrás da orelha, a lateral do rosto e a região próxima ao nariz.

Acupuntura também é um método muito usado no tratamento ao alivio dos sintomas do bruxismo.

Utilizam a agulha para estimular a circulação de energia pelo corpo, colocando-o assim em equilíbrio. No caso do bruxismo, o foco é o fígado, que está relacionado às tensões musculares, e a vesícula biliar, que representa os tendões atingidos pela ATM (articulação temporomandibular).

Para estimular o fígado colocam-se as agulhas no primeiro metatarso do lado lateral do dedão do pé, seguindo pelas pernas, coxas e terminando na região logo abaixo dos mamilos.

Um passo importante para tentar curar ou pelo pelos diminuir o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isto também pode ser feito através de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados se necessário. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo.

 

NEWSLETTER N° 13 – DISTURBIOS DA ATM

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

Distúrbios da ATM

A ATM (Articulação Temporo-mandibular) é responsável pelo abrir e fechar da boca, mastigação, fala e deglutição.

O que são Distúrbios da ATM?

Os Distúrbios da ATM consistem no mau funcionamento da articulação, e apresenta um conjunto de sinais e de sintomas causados pelo desequilíbrio dentário, neuro-muscular e das articulações da mandíbula. Também é conhecido como “dor arofacial”, e pode afetar gravemente a vida do paciente, pois a dor intensifica os desequilíbrios hormonais,a irritabilidade e o estresse.

Quais são as causas dos Distúrbios da ATM?

  • Mordida errada;
  • Abertura excessiva da boca;
  • Hábito noturno de ranger os dentes (bruxismo);
  • Próteses mal ajustadas;
  • Desequilíbrio das estruturas dentárias devido à ausência de dentes;
  • Espasmos dos músculos da mandíbula causados por tensão ou por estresse;
  • Travamento dos dentes, associados a fatores psicossomáticos (ansiedade, estresse).

Em uma minoria dos casos, poderemos ter o trauma em mandíbula associado ou como fator desencadeante.

Procure um especialista em Distúrbios da ATM ao persistirem sintomas como:

  • Dores de cabeça intermitentes ou crônicas, irradiadas ou não em região de pescoço e ombro;
  • Dores de ouvido agudas e crônicas como conseqüência das inflamações das articulações;
  • Ouvido “tampado” ou com “zumbidos”;
  • Sensação de dormência no rosto;
  • Ruídos e/ou estalos ao abrir e fechar a boca;

Desvios em abertura de boca.

NEWSLETTER N° 12 – CONJUNTIVITE

Publicado por Darcy Em 16 - maio - 2011 Comentários desativados

Conjuntivite

 

O que é Conjuntivite?

É a inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente que envolve os olhos e a parte inferior das pálpebras. Pode ocorrer de forma infecciosa, alérgica ou tóxica. A Conjuntivite pode persistir pelo período de uma semana a vinte dias, podendo variar de acordo com o caso e não deixa seqüelas definitivas na grande maioria das vezes

 

Quais são as principais causas da Conjuntivite?

Pode ser causada por bactérias, vírus, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), substâncias irritantes (fumaça, poeira, xampus, cloro de piscinas) e alergias.

A transmissão de uma pessoa para outra só ocorre por meio do contato físico direto (beijos, abraços), aperto de mão seguido de toque da mão no olho ou uso em comum de objetos (fronhas, toalhas, etc). portanto, não há transmissão através do ar como caso da gripe, faringite ou pneumonia.

Quais são as principais sintomas da Conjuntivite?

Os sintomas variam de acordo com a causa e de acordo com cada pessoa.

As pessoas com Conjuntivite podem apresentar quadros clínicos distintos, pois a reação de cada organismo é diferente. Em geral, os sintomas são:

  • Olhos vermelhos (todos os casos);
  • Sensação de areia nos olhos (todos os casos);
  • Visão turva (maioria dos casos);
  • Coceira (alérgica);
  • Presença de muco (alérgica);
  • Dor e sangramento (infecciosa);
  • Lacrimejamento (infecciosa);
  • Secreção amarelada e grossa, principalmente ao acordar (infecciosa);
  • Sensibilidade à luz (infecciosa).

Como evitar que a Conjuntivite se espalhe?

Para se prevenir contra a Conjuntivite, uma das principais recomendações é sempre lavar as mãos antes e depois de tocar ou coçar os olhos. Para evitar sua propagação, algumas recomendações:

  • Evitar coçar o(s) olho(s) infectado(os);
  • Não permitir que a secreção se acumule;
  • Separar os itens de uso pessoal (toalhas, fronhas, lençóis, objetos, talheres, canetas, copos, etc);
  • Não compartilhar maquiagem ou lentes de contato;
  • Evitar tocar os olhos com o frasco de colírio ou outros medicamentos;
  • Evitar ambientes fechados, com ar-condicionado, pois favorecem a proliferação de bactérias.

Como tratar a Conjuntivite?

É imprescindível a avaliação de um oftalmologista antes de iniciar o tratamento, pois este varia de acordo com o tipo de conjuntivite contraída e coma avaliação do especialista no momento da consulta. De maneira geral, o tratamento da Conjuntivite consiste em:

  • Compressas geladas;
  • Limpeza do rosto e das pálpebras com água e sabão neutro para eliminar crostas;
  • Utilização de colírios lubrificantes devidamente prescritos pelo médico;
  • Suspensão do uso de lentes de contato, que devem ser trocadas por novas após a cura da doença.