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	<title>ALIADOSS Seguros</title>
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		<title>Newsletter 26/12 &#8211; 22/06/2012 &#8211; Indenizações por acidente aumentam 27%</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[    Indenizações por acidentes aumentam 27% DPVAT paga quatro seguros a cada três minutos; dois em cada três casos envolvem motos O número de indenizações pagas a vítimas de acidentes de trânsito, por meio do seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), aumentou 27% no primeiro trimestre deste ano, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="664">
<tbody>
<tr>
<td width="23">
<p> </p>
</td>
<td width="625" valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="635" align="left">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td width="35">
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="635">
<h1>Indenizações por acidentes aumentam 27%</h1>
<p><strong>DPVAT</strong> paga quatro <strong>seguros</strong> a cada três minutos; dois em cada três casos envolvem motos</p>
<p>O número de indenizações pagas a vítimas de acidentes de trânsito, por meio do <strong>seguro</strong> <strong>DPVAT</strong> (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), aumentou 27% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. No Brasil, a cada 4 minutos, 3 indenizações por acidentes automobilísticos são pagas . Foram 97.542, das quais 69% se referem a vítimas de acidentes com motos.</p>
<p>Como as vítimas têm três anos para reclamar o <strong>seguro</strong>, o aumento do número de indenizações pagas não indica necessariamente o crescimento de acidentes no último trimestre.&#8221;Pode ter havido aumento de acidentes, mas o maior número de indenizações também resulta da maior divulgação do direito a esse <strong>seguro</strong>, que muita gente desconhecia e tem sido mais divulgado recentemente&#8221;, afirma Marcio Norton, diretor de Relações Institucionais da <strong>seguradora</strong> Líder <strong>DPVAT</strong>, que administra o pagamento de indenizações com recursos do seguro.</p>
<p>O <strong>DPVAT</strong> é recolhido obrigatoriamente todo ano pelos donos de automóveis e usado para reembolsar gastos médicos com acidentes de trânsito. São beneficiados motoristas, passageiros e pedestres. De janeiro a março deste ano, 64.220 pessoas receberam indenizações. Delas, 77% são homens e a faixa etária mais comum é de 18 a 34 anos.</p>
<p>A maioria dos indenizados é de motoristas, seguidos por pedestres e passageiros. O maior número de acidentes aconteceu entre 17h e 20h, quando o trânsito é mais intenso, por causa da volta do trabalho ou da escola para casa, e a iluminação se altera pelo anoitecer.</p>
<p>Motociclistas. &#8220;O que mais preocupa nos balanços recentes do <strong>DPVAT</strong> são os acidentes com motos, cada vez mais freqüentes. A frota aumentou e o trânsito está mais congestionado. As motos são a forma encontrada para perder menos tempo nos trajetos, mas também aumenta o risco de acidentes&#8221;, diz Marcio Norton.</p>
<p>Os casos de invalidez permanente resultante de acidentes com moto aumentaram 274% de 2000 a 2010, segundo os dados da companhia. Como o prazo para pedir a indenização é de três anos, esse número pode aumentar ainda mais.</p>
<p>&#8220;Em acidentes com carros, os pedestres são as principais vítimas. Mas, no caso das motos, normalmente os motoristas são os feridos e é gente jovem que muitas vezes fica inválida para sempre. É uma tragédia para a família, porque muda a rotina e desestrutura,e um problema para o Estado, pois a vítima deixa de ser força de trabalho e passa a representar um gasto (para a Previdência Social)&#8221;, afirma.&#8221;É preciso tomar providências. Uma delas é tornar mais difícil a prova para conceder habilitação de moto&#8221;, defende.</p>
<p>Todo envolvido em acidente que resulte em tratamento médico, invalidez ou morte tem direito ao <strong>DPVAT</strong>. As despesas com tratamento são reembolsadas em até R$ 2.700, desde que os gastos sejam comprovados. Em caso de invalidez permanente, o <strong>seguro</strong> é de até R$ 13.500.Em caso de morte, a família recebe R$ 13.500.</p>
<p>Fonte; Seguro em Pauta</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p><em>Para ver os Newsletter anteriores, entre em </em><em> <strong><a href="http://www.aliadoss.com.br/">www.aliadoss.com.br</a></strong>  </em><em>e acesse Newsletter.</em></p>
</td>
<td width="35">
<p> </p>
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</tr>
<tr>
<td valign="top"> </td>
<td width="35"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="16">
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<item>
		<title>Newsletter 25/12 &#8211; 15/06/2012 &#8211; Seguro Residencial cresce e amplia serviços</title>
		<link>http://www.aliadoss.com.br/2012/05/newsletter-2512-15062012-seguro-residencial-cresce-e-amplia-servicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguro residencial cresce e amplia serviços LIGIA TUON Não basta cobertura contra incêndios, raios e explosões. Hoje, os seguros residenciais incorporaram nos contratos, além dessas garantias e dos serviços emergenciais, outros que proporcionam comodidade ao cliente, como banho no animal de estimação e instalação de cortina. E os números do setor mostram que a adesão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Seguro residencial cresce e amplia serviços</h1>
<p>LIGIA TUON</p>
<p>Não basta cobertura contra incêndios, raios e explosões. Hoje, os <strong>seguros</strong> residenciais incorporaram nos contratos, além dessas garantias e dos serviços emergenciais, outros que proporcionam comodidade ao cliente, como banho no animal de estimação e instalação de cortina.</p>
<p>E os números do setor mostram que a adesão tem aumentado. As apólices tiveram alta de 11,44% de 2010 para 2011, quando foram contratados R$ 707,2 milhões no Estado de São Paulo, segundo a Superintendência de <strong>Seguros</strong> Privados (Susep), órgão responsável pelo controle do setor.</p>
<p>O fator que mais influenciou a elevação foi a explosão do setor imobiliário. &#8220;Notamos uma alta na comercialização de imóveis que não vem de hoje. Tanto que o seguro nem acompanhou o setor. Ainda há muito mais casas que poderiam estar seguradas e não estão&#8221;, explica Antônio Penteado Mendonça professor do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento (ProCED/FIA).</p>
<p>No entanto, muita gente contrata o seguro por conta dos serviços que ele oferece. &#8220;São a cereja do bolo. As empresas consertam até a sua máquina de lavar, o que está incluído no preço anual. Muitas vezes, ao chamar um técnico, o cliente teria de pagar só pela visita&#8221;, completa. É preciso verificar quantas vezes o contrato permite solicitar cada serviço.</p>
<p>As <strong>seguradoras</strong> começam a oferecer esses serviços, muitas vezes, no plano mais básico, que pode custar menos que R$ 200 por ano. Já a mão de obra de um encanador, por exemplo, pode sair por até R$ 100 apenas para fazer o reparo em um metro de encanamento da residência, segundo o último levantamento o InformEstado, publicado esta semana no JT.</p>
<p>O corretor de <strong>seguros</strong> José Pelosi Pires reforça a ideia. &#8220;Esse serviços ficariam mais caros se fossem contratados &#8216;por fora&#8217;. Em algumas companhias de seguro, o cliente só paga a peça de reposição, no caso de troca&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Diferencial</strong></p>
<p>Cada empresa procura ter seu diferencial. Na Porto Seguro, por exemplo, o cliente pode pedir que um profissional vá até a casa de veraneio ver se está tudo em ordem. A <strong>Caixa</strong> Econômica Federal oferece um modelo fechado, a partir de R$ 69,90, o Itaú tem orientações &#8216;ecoeficientes&#8217;, o <strong>Bradesco</strong> leva seu animal ao veterinário e a <strong>Sulamérica</strong> verifica se a casa é segura para crianças  </p>
<p>Outro responsável pelo aumento das contratações foi o medo de assalto. Quem mora em prédio tem de pagar obrigatoriamente pelo <strong>seguro residencial</strong>, que, muitas vezes, está incluído na taxa de condomínio. Mas, para proteger o que está no interior da residência, são necessárias coberturas adicionais. Reportagem publicada pelo JT mostra que, desde o começo do ano, já ocorreram 19 arrastões em condomínios da capital. &#8220;A quantidade de incidências de roubos à residências acaba fazendo com que as pessoas encontrem outras soluções para preservar seus bens, como o seguro, que pelo menos garante o valor do patrimônio&#8221;, afirma Pires. ::</p>
<p><em>Fonte: ENS</em></p>
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		</item>
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		<title>Newsletter 24/12 &#8211; 08/06/2012 &#8211; Carona Solidária</title>
		<link>http://www.aliadoss.com.br/2012/05/newsletter-2412-08062012-carona-solidaria/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ CARONA SOLIDÁRIA     Carros e motocicletas são atualmente um meio de transporte que oferece conforto e comodidade aos seus proprietários, porém constituem um problema ambiental grave. Esses veículos são uma das principais fontes de emissão de dióxido de carbono (CO²), um dos gases causadores do efeito estufa e conseqüentemente, do aquecimento global. Esse problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"> CARONA SOLIDÁRIA</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5"> </td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="20"> </td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<p>Carros e motocicletas são atualmente um meio de transporte que oferece conforto e comodidade aos seus proprietários, porém constituem um problema ambiental grave. Esses veículos são uma das principais fontes de emissão de dióxido de carbono (CO²), um dos gases causadores do efeito estufa e conseqüentemente, do aquecimento global. </p>
<p>Esse problema se intensifica principalmente em grandes cidades, e é um problema global, não apenas de países desenvolvidos ou emergentes. Segundo dados do portal Carona Solidária, só a Grande São Paulo conta hoje com 8,5 milhões de veículos e 500 novos carros são emplacados todos os dias na região. </p>
<p>Além do problema da deficiência do sistema de transporte coletivo brasileiro, muitas pessoas não querem abrir mão de deixar o carro em casa, mesmo tendo que encarar longas filas de congestionamento para se locomover nas cidades. Outro fator que contribui para o agravamento do problema do trânsito caótico é que as pessoas não costumam compartilhar seus veículos e é comum ver carros apenas com o motorista. </p>
<p>Um conceito que vem ganhando força para combater o uso indiscriminado do carro é a Carona Solidária, uma idéia que tem como centro a proposta de unir pessoas que querem ofertar e receber carona, ajudando assim, a otimizar a ocupação dos veículos, reduzindo-os nas grandes cidades. A Carona Solidária proporciona diversos benefícios como: aproximar as pessoas, estimular o uso de transporte público, reduzir a quantidade de emissões de gases poluentes e melhorar a qualidade do ar, além de proporcionar a redução de despesas com os automóveis, pois os custos podem ser divididos entre o motorista e o(s) caronista(s). </p>
<p>Portanto, se você está acostumado a priorizar o uso do carro para sua mobilidade, comece a pensar em utilizar outras formas de transporte. Vá ao menos um dia na semana ao trabalho usando o transporte público ou pegue uma carona com seu colega de trabalho, conhecido ou vizinho e também ofereça caronas quando for você o motorista. Pratique esta idéia e confira na prática os benefícios.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="20"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="5"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Newsletter 23/12 &#8211; 01/06/2012 &#8211; Rio + 20</title>
		<link>http://www.aliadoss.com.br/2012/05/newsletter-2312-01062012-rio-20/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[  Rio + 20 RIO  20       Neste mês, o Brasil será sede de um importante evento da ONU (Organização das Nações Unidas), a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, denominada Rio + 20. Estarão reunidos líderes dos 193 Estados que fazem parte da ONU, além de representantes de vários setores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="664">
<tbody>
<tr>
<td width="23">
<p> </p>
</td>
<td width="625" valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="635" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: left;" valign="top">Rio + 20</td>
<td width="31">
<p style="text-align: right;">RIO  20</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="635">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="409" valign="bottom">
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="20"> </td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<p>Neste mês, o Brasil será sede de um importante evento da ONU (Organização das Nações Unidas), a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, denominada Rio + 20. </p>
<p>Estarão reunidos líderes dos 193 Estados que fazem parte da ONU, além de representantes de vários setores da Organização que discutirão ações para transformar o planeta em um lugar melhor para viver. </p>
<p>A idéia da realização dessa Conferência no Brasil foi do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que, em 2007, fez a proposta para a ONU. Esse encontro acontecerá no Rio de Janeiro, exatamente 20 anos depois de outra conferência internacional, a Eco 92, também promovida pela ONU. </p>
<p>Nessa reunião será feito um balanço do que foi realizado nas últimas décadas e também discutir novas maneiras de recuperar o que já foi feito de prejudicial. Por isso, no mesmo período, o Rio de Janeiro sediará, também, a Cúpula dos Povos: um evento que contará com debates, palestras e outras atividades, sobre os mesmos temas da Conferência da ONU, mas que serão promovidos por grupos da sociedade civil. </p>
<p>Essa será mais uma oportunidade de refletirmos sobre nossas atitudes, pois não cabe somente aos governantes essa responsabilidade, afinal, tudo que fazemos no dia a dia, desde o tempo que demoramos em escovar os dentes ou tomar banho ao meio de transporte que optamos para ir ao trabalho, afetam, de alguma maneira, o planeta e por conseqüência, nossa vida!</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: UP</em></p>
<p><em> </em></p>
</td>
<td width="31">
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> </td>
<td width="31">
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="16">
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Newsletter 22/12 &#8211; 25/05/2012 &#8211; 635 raios atingem São Paulo durante temporal</title>
		<link>http://www.aliadoss.com.br/2012/05/newsletter-2212-25052012-635-raios-atingem-sao-paulo-durante-temporal/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[635 raios atingem São Paulo durante temporal    A forte chuva que atingiu São Paulo na tarde de 11 de abril, que chegou a ultrapassar os 40 mm em várias áreas da capital, trouxe também para a cidade grande incidência de raios. Foram registrados 635 entre 14h e 20h, horário da chuva, segundo o Grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>635 raios atingem São Paulo durante temporal</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong></strong></p>
<p>A forte chuva que atingiu São Paulo na tarde de 11 de abril, que chegou a ultrapassar os 40 mm em várias áreas da capital, trouxe também para a cidade grande incidência de raios. Foram registrados 635 entre 14h e 20h, horário da chuva, segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat).</p>
<p>Estes 635 estão na categoria nuvem-solo, que são os que atingem o chão. Também foram registrados no céu da capital paulista 812 raios intra-nuvem, aqueles que vão de uma nuvem para outra.</p>
<p>Apesar do número que pode surpreender, a quantidade não é considerada alta, de acordo com o Elat &#8211; já foram registrados dias com mais de 2 mil raios que atingiram o solo. Porém, o órgão explica que o número é significativo, já que aumenta o risco de uma pessoa ser atingida durante uma tempestade.</p>
<p>Ainda nessa quarta-feira, 4,3 mil raios caíram em todo o Estado de São Paulo. Mais de 80% destes ocorreram entre 16h e 20h, com maior incidência na região sul. A quantidade é considerada normal para um dia de chuva.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Newsletter 21/12 &#8211; 18/05/2012 &#8211; Erros ao renovar o seguro de Condominio</title>
		<link>http://www.aliadoss.com.br/2012/04/newsletter-2123-18052012-erros-ao-renovar-o-seguro-de-condominio/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 20:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aliadoss.com.br/?p=922</guid>
		<description><![CDATA[Erros ao renovar o seguro de Condomínio Veja aqui exemplos de erros comuns na renovação e utilização da apólice. Evite-os no seu condomínio   O seguro do condomínio é de extrema importância e sua contratação é obrigatória por lei, segundo artigo 1.346 do Código Civil. Ele dá a segurança de que mesmo quando algo der [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Erros ao renovar o seguro de Condomínio</strong></p>
<p><strong>Veja aqui exemplos de erros comuns na renovação e utilização da apólice. Evite-os no seu condomínio</strong></p>
<p><a href="http://app.sindiconet.com.br/c/?8858.193.84108.0.1.71315.9.1334756.0.10.22643.0.122992.0.1.9ed6b" target="_blank"><strong> </strong></a><strong></strong></p>
<p><strong>O seguro do condomínio é de extrema importância e sua contratação é obrigatória por lei, segundo </strong><strong>artigo 1.346</strong><strong> do <a href="http://www.sindiconet.com.br/7434/Informese/Codigo-Civil--Capitulo-sobre-Condominios/Novo-Codigo-Civil--Capitulo-Condominios">Código Civil</a>. Ele dá a segurança de que mesmo quando algo der errado, o prejuízo será o menor possível. Mas a falta de conhecimento técnico no uso e na renovação das apólices pode comprometer este benefício.</strong></p>
<p><strong>Não são raros os erros, tanto de </strong><strong>síndicos </strong><strong>como de </strong><strong>administradores experientes</strong><strong>, que provocam diversos contratempos, atrasos no atendimento ou mesmo resultam na perda de direito à indenização.</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Veja abaixo alguns exemplos:</strong></p>
<p><strong>Erros comuns na renovação do Seguro</strong></p>
<ul>
<li><strong>Presumir que a cobertura de incêndio deve ser contratada pela soma dos valores de venda das unidades autônomas, provocando o superdimensionamento das importâncias seguradas. A indenização, em caso de sinistro, está limitada ao valor de reconstrução do edifício e não inclui o terreno nem as fundações do imóvel.</strong></li>
<li><strong>Admitir, ainda no mesmo contexto, que a cobertura de incêndio deve ser contratada com base no valor depreciado do imóvel, considerando sua idade e estado de conservação. Para que a indenização alcance um valor equivalente ou, no mínimo, próximo ao de reconstrução, é preciso contratar o seguro desprezando esses fatores.</strong></li>
<li><strong>Manter as coberturas, principalmente a de incêndio, com base na apólice anterior, sem reavaliá-las, iludindo-se com a expectativa de que a continuidade da renovação, sem alteração das coberturas, isenta o síndico da responsabilidade.</strong></li>
<li><strong>Delegar a terceiros a responsabilidade pela aprovação do seguro, pois essa é pessoal e intransferível do síndico, não havendo recurso legal que transfira essa atribuição a terceiros, o que já não ocorre com a administração do condomínio, que pode ser delegada a empresas especializadas.</strong></li>
</ul>
<p><strong>Erros comuns na utilização do Seguro</strong></p>
<ul>
<li><strong>Avisar sinistros verbalmente ou por e-mail, sem as informações necessárias, tais como: data e hora, circunstâncias do ocorrido, bens atingidos e dados dos envolvidos. A falta de informações adequadas impede o registro formal do sinistro junto às seguradoras.</strong></li>
<li><strong>Mandar reparar ou permitir o reparo de instalações ou equipamentos, sem prévio aviso do sinistro, e anuência da seguradora, presumindo que, por serem emergenciais, podem ser realizados à revelia, o que não procede, pois os contratos não prevêem reembolso de qualquer despesa efetuada sem expressa autorização da seguradora.</strong></li>
<li><strong>Recomendar a moradores que realizem 03 orçamentos prévios, no caso de danos a veículos, uma vez que as seguradoras são quem fornecem a relação de oficinas credenciadas para orçamento e reparo, sendo que o procedimento de tomada de orçamentos prévios apenas irá atrasar o início dos reparos e confundir o morador.</strong></li>
<li><strong>Atribuir a determinados eventos causas não compatíveis ou relacionadas ao sinistro, buscando forçar o enquadramento do sinistro às clausulas da apólice, sem comprovação, tal como, por exemplo, considerar danos decorrentes de chuva forte como sendo vendaval.</strong></li>
<li><strong>Buscar transferir à seguradora despesas relativas à conservação de rotina do edifício ou manutenção de equipamentos reconhecidamente defeituosos, inoperantes ou que estejam chegando ao final de vida útil. As seguradoras avaliam o estado dos equipamentos e instalações no momento do sinistro e, usualmente, recusam a indenização em situações como essa.</strong></li>
<li><strong>Deixar de reclamar sinistros no interior das unidades autônomas, ao presumir que não estão cobertas na apólice ou que incêndios provocados acidentalmente por condôminos no interior de suas unidades não estão amparados pela apólice. A lei garante a cobertura mesmo quando o incêndio tem origem em área privativa do edifício.</strong></li>
</ul>
<p><strong>Fonte:  Conteúdo SíndicoNet</strong></p>
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		<title>Newsletter 20/12 &#8211; 11/05/2012 &#8211; Dia das mães</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 18:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia das Mães Introdução No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Dia das Mães</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Introdução</strong></p>
<p>No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente <a href="http://www.suapesquisa.com/vargas">Getúlio Vargas</a>). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.</p>
<p><strong>História do Dia das Mães</strong></p>
<p>Encontramos na <a href="http://www.suapesquisa.com/grecia">Grécia Antiga</a> os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os  gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem  homenagens à deusa.</p>
<p>Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em <a href="http://www.suapesquisa.com/imperioromano">Roma</a>,    durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele,  mãe dos deuses.</p>
<p>Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada  em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.</p>
<p>Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”.  Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.</p>
<p>Nos <a href="http://www.suapesquisa.com/paises/eua">Estados Unidos</a>, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional,  foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário. </p>
<p>Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar.</p>
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		<title>Newsletter 19/12 &#8211; 04/05/2012 &#8211; Soninho bom</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 18:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Soninho bomDormir mal é prejudicial à saúde. Saiba mais sobre os distúrbios do sono e como preveni-los A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que se durma, pelo menos, sete horas seguidas por noite. &#8220;O sono de qualidade é fundamental para a restauração do funcionamento de todos os órgãos do nosso organismo. A deficiência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Soninho bom<br /></strong><em>Dormir mal é prejudicial à saúde. Saiba mais sobre os distúrbios do sono e como preveni-los</em><strong></strong></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que se durma, pelo menos, sete horas seguidas por noite. &#8220;O sono de qualidade é fundamental para a restauração do funcionamento de todos os órgãos do nosso organismo. A deficiência de sono pode causar, por exemplo, problemas cardiovasculares, hipertensão arterial e alterações na glândula tireóide&#8221;, explica o doutor Elias Sadalla Filho, consultor da MBS Seguros.</p>
<p>Os principais distúrbios do sono são insônia, ronco, apneia, bruxismo, sonambulismo e síndrome das pernas inquietas. Muita gente ignora ter um desses distúrbios por achar que simplesmente &#8220;não dorme bem&#8221;. No entanto, é preciso consultar um médico para conhecer as causas do sono ruim e tratá-las.</p>
<p>Os principais sinais de que o sono não está suficiente são: passar o dia bocejando, acordar várias vezes durante a noite (sono leve) e sentir cansaço freqüente. &#8220;Somente um médico, como o otorrinolaringologista, o cardiologista ou o geriatra, poderá diagnosticar a causa do problema&#8221;, afirma o doutor Sadalla. &#8220;Inclusive, outras doenças podem causar distúrbios do sono, tais como depressão, síndrome do pânico, problemas respiratórios e cardiopatias.&#8221;</p>
<p>Confira as dicas para ter uma boa noite de sono. Se nada disso adiantar, procure seu médico.</p>
<p><strong>DICAS PARA DORMIR BEM</strong></p>
<p>• Tenha horário para dormir e acordar.</p>
<p>• Vá para a cama somente na hora de dormir.</p>
<p>• Deixe o quarto limpo, escuro, sem ruídos e confortável.</p>
<p>• Não ingira álcool, café, chás com cafeína e refrigerantes perto do horário de dormir.</p>
<p>• Evite dormir durante o dia, mesmo que tenha dormido pouco nas noites anteriores.</p>
<p>• Jante moderadamente, em horário regular.</p>
<p>• Seja ativo física e mentalmente.</p>
<p>• Não utilize medicamentos para dormir sem orientação médica.</p>
<p><em>Fonte: Instituto do Sono</em></p>
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		<title>Newsletter 18/12 &#8211; 27/04/2012 &#8211; Entenda o seguro de automóveis</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 18:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda o seguro de automóveis  O segurado deixou o carro com um manobrista e ele bateu. O que fazer? As empresas que oferecem serviço de manobrista devem ter um seguro que dê garantia contra furto, roubo ou acidente. O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm seguro. Nesses casos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Entenda o seguro de automóveis </strong><strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>O segurado deixou o carro com um manobrista e ele bateu. O que fazer?</em></strong></p>
<p>As empresas que oferecem serviço de manobrista devem ter um seguro que dê garantia contra furto, roubo ou acidente. O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm seguro. Nesses casos, o segurado tem de fazer um Boletim de Ocorrência e acionar a sua seguradora, que vai então cobrar da empresa responsável pelo manobrista. Mas a seguradora vai ressarci-lo do prejuízo. O mesmo também vale para o motorista que deixou o carro na mão de um “flanelinha”, que costuma manobrar o carro na rua.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>O segurado assumiu a culpa pelo acidente no lugar de outro motorista que não tem seguro. Quais são os riscos?</em></strong></p>
<p>Um motorista sem seguro bate no carro de outro que tem seguro. O segurado assume a culpa pelos dois acidentes, mas o outro paga a franquia dele. Parece um acordo bom para os dois lados, só que isso é fraude (equivalente a roubo!). Além do aspecto moral, as seguradoras utilizam um vasto arsenal tecnológico para identificar esse tipo de situação. As empresas podem reconstituir os acidentes e verificar se há divergências com o que o segurado informou. As seguradoras estimam que pelo menos 20% das indenizações pagas têm algum tipo de irregularidade. Para reduzir esse percentual, que resulta em maior preço do seguro para todos, as seguradoras têm sido cada vez mais rigorosas, inclusive denunciando criminalmente os responsáveis. À noite, não guardei o meu carro na garagem e ele foi roubado. A seguradora paga a indenização?A maioria das seguradoras indeniza o segurado se for possível provar que o carro pernoitava regularmente na garagem e a noite do furto foi uma exceção. Porém, se a empresa provar que o carro pernoitava na rua habitualmente, pode negar a indenização.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>O segurado, embriagado, bate o carro. Há cobertura do seguro?</em></strong></p>
<p>Aqui existe uma sutileza legal: para que a seguradora possa alegar embriaguez e não pagar a indenização, é preciso que haja uma prova de que o motorista estava bêbado – em geral, um teste de bafômetro realizado pelo policial. Se o motorista se negar a fazer o teste, o policial pode fazer constar a recusa no Boletim de Ocorrência e informar que havia aparência de embriaguez. Caso contrário, o não pagamento da seguradora pode ser contestado judicialmente. Apesar disso, não abuse, principalmente em tempos de “Lei Seca”. Se exagerou na bebida, peça ajuda à sua seguradora. Muitas oferecem o chamado “motorista amigo”, que leva para casa o segurado sem condições de dirigir.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>O endereço de residência na apólice do automóvel é numa cidade do interior, mas foi roubado na capital. A indenização é paga?</em></strong></p>
<p> Dependendo da cidade do interior em que você mora, o prêmio do seguro será mais barato do que na capital, onde os riscos de acidente, roubo e furto são maiores. Essa diferença pode levar o segurado a cair na tentação de informar que o endereço de pernoite do carro é o do sítio do fim de semana, não a residência na cidade. Isso é fraude e a seguradora pode não pagar a indenização. Diferenças de informação desse tipo são a maior causa de conflitos entre seguradoras e segurados. Elas provocam questionamentos e processos internos na seguradora, o que atrasa o pagamento da indenização. Porém, se o segurado de fato reside na cidade do interior indicada na contratação e estava somente em viagem à capital, o sinistro é pago, sem problemas. Provavelmente a seguradora vai fazer algum tipo de investigação para verificar a veracidade da informação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>O segurado mudou de endereço e não avisou à seguradora. A companhia pode se recusar a pagar a indenização em caso de acidente, roubo ou furto? </em></strong></p>
<p>A mudança de endereço precisa ser avisada à seguradora. Mas, às vezes, o segurado não se lembra de fazer isso. E só vai lembrar que não informou à seguradora o novo endereço para onde se mudou quando acontece um acidente, roubo ou furto. Ainda que não exista má-fé, a seguradora pode se recusar a pagar a indenização. É preciso informar sempre a mudança do endereço onde o seu carro pernoita, para evitar problemas na hora do sinistro.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>O segurado viajou para um país do Mercosul. Bateu o carro ou este foi roubado. A indenização é paga? </em></strong></p>
<p>A maioria das apólices de seguro de automóvel tem validade no Mercosul. Quem viaja para os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) é obrigado a contratar um seguro chamado “Carta Verde”. É um seguro de responsabilidade civil para indenizar diretamente outras pessoas que não estão dentro do carro, por danos corporais e materiais ou reembolsar o segurado das despesas que tiver, inclusive com honorários de advogado e custas judiciais. O prêmio do seguro Carta Verde varia de acordo com o período da viagem e é cotado em dólar. No caso de viajar de carro para outros países que não os do Mercosul, não há cobertura automática na apólice normal, sendo necessária, para se ter a cobertura, a contratação de uma cláusula específica – extensão de perímetro.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>O segurado emprestou o carro para um amigo e houve um acidente. A seguradora pode recusar o pagamento da indenização?</em></strong></p>
<p>As seguradoras utilizam várias formas de identificar os condutores do veículo: principal, mais frequente ou habitual. Geralmente, o empréstimo do veículo para alguém em caráter claramente eventual, ou seja, que não tem periodicidade fixa, não resulta na negativa do pagamento do sinistro. Se o empréstimo foi para alguém que usa habitualmente o veículo e não foi relacionado na proposta de seguro, a seguradora pode se negar a pagar o sinistro. Em algumas situações de usuário eventual, há maior rigor quando o empréstimo é para alguém com idade inferior a 25 anos. Se o amigo do segurado usa o carro dele uma vez por semana, por exemplo, isso é considerado uso habitual. Para ter direito à indenização, é preciso incluí-lo como motorista.</p>
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		<title>Newsletter 17/12 &#8211; 20/04/2012 &#8211; Prevenção é a melhor maneira &#8230;.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 18:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darcy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Prevenção é a melhor maneira de manter o veiculo em bom funcionamento  Em vias onde há um movimento razoável de veículos é bastante comum ver um carro no acostamento. A cena é sempre igual: o condutor olhando para o motor com um semblante aflito ou no meio fio sem saber o que fazer com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Prevenção é a melhor maneira de manter o veiculo em bom funcionamento</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><em>Em vias onde há um movimento razoável de veículos é bastante comum ver um carro no acostamento. A cena é sempre igual: o condutor olhando para o motor com um semblante aflito ou no meio fio sem saber o que fazer com o pneu furado. Todo motorista sabe que pode passar por essa situação e que ela não é nada agradável, mas quase ninguém se previne para evitar o embaraço.</em></p>
<p><em>Levar no porta-malas do carro um kit pode ser útil, mas é preciso saber usar as ferramentas que compõem o jogo de peças. Segundo o mecânico, Roberto Neves, o fundamental é manter as ferramentas como triângulo de segurança, roda reserva (step), macaco e chave de rodas no porta-malas do veículo para garantir a segurança em caso de emergência. Outra dica que o profissional dá é deixar uma toalha ou plástico no interior do carro para – caso haja necessidade – poder deitar no chão e olhar por baixo do veículo. Uma lanterna e o telefone do mecânico de confiança também são itens indispensáveis para a hora do sufoco.</em></p>
<p><em>“Não recomendo a um leigo mexer por curiosidade ou desespero na mecânica do veículo. O estrago pode ficar ainda maior. De que adianta ter alicate, fita isolante, jogo de chave, etc., se não souber usar? Os carros, cada vez mais, são maquinas complexas. É preciso ter conhecimento”. Informa o profissional.</em></p>
<p><em>Manutenção preventiva é a palavra de ordem para quem quer evitar surpresas desagradáveis. Todas as peças tem prazo de validade. Os proprietários devem ficar atentos aos limites. Uma dica é observar os líquidos como óleo do motor, líquido de arrefecimento, fluido do freio e fluido de direção. Cada um possui uma coloração que deve ser observada, afinal ela serve como indicativo. Cor de ferrugem ou de terra é um sinal de que houve descuido.</em></p>
<p><em>Outra dica para evitar problemas é ter o manual do proprietário onde há informações sobre limpeza e cuidados com o veiculo até conforto e convivência. Neves reforça a importância de os proprietários conhecerem os símbolos do painel de instrumentos e relembra que manter um kit de ferramentas não faz mal algum, desde que quem vá usá-lo saiba o que está fazendo.</em></p>
<p><strong><em>Kit extra:</em></strong></p>
<p><em>- Alicate;</em></p>
<p><em>- Chave Philips;</em></p>
<p><em>- Chave de fenda;</em></p>
<p><em>- Jogo de chaves com combinação de n° 6 a n° 22; </em></p>
<p><em>- Fita isolante;</em></p>
<p><em>- Cabos auxiliares;</em></p>
<p><em>- Macaco elétrico de 12v (principalmente para as mulheres).</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Dicas Bradesco Auto/RE</em></p>
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